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A culpa é das estrelas: uma comovente história de amor

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Você deve se preparar para chorar, prezado leitor, quando for ler o tocante “A culpa é das estrelas”.  A história de John Green cativa pela simplicidade e pelo curioso caso da leitora que precisa desesperadamente convencer um escritor a dar continuidade a um livro. Trata de pacientes que têm doenças terminais e tem como eixo uma linda história de amor entre Hazel Grace e Gus Waters. Ficha técnica Livro: “A culpa é das estrelas” Autor: John Green Título original: “The fault in our stars” Tradução: Renata Pettengill Editora: Intríseca = = = 

... ele sempre teve permissão para dirigir!

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Resenha do livro "A elegância do ouriço"

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Nessas férias de julho, tive o prazer de ter nas mãos o livro “A elegância do ouriço” que foi lançado em 2008 pela Companhia das Letras, mas que só agora tive a chance de ler.  Costumo pensar que a vida fica mais fácil ser vivida quando temos um bom livro nas mãos, mas qual, esse não é um bom livro. Mais que isso, é uma deliciosa surpresa. A autora , Muriel Barbery, traz um maravilhoso embate entre classes sociais em Paris -  e que fosso há entre elas - de um modo surpreendente. De um lado, Renée Michel, a concierge de um luxuoso prédio residencial em Paris. De outro, Paloma Josse, uma menina de 12 anos, filha de uma rica família francesa. Há uma bomba chiando na colcha de retalhos tecida por Michel e Josse ao narrarem os acontecimentos que se passam no número 7 da Rue de Grenelle. Uma bomba que explode em gotas de filosofia, música, literatura e arte. O ambiente é altamente bélico, mas fará o leitor rir e chorar. Trecho Acho que só há uma coisa a fazer:...

"Sem a música, a vida seria um erro." (Friedrich Nietzsche)

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Domingo Marina

Da filósofa Marina Lima: "Sonhos são como deuses. Quando não se acredita neles, deixam de existir." Na canção "Admito que perdi".

Domingo d' Eller

Que música linda é essa? Clica em "All Star"...

Porque hoje é sábado

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"Acho que sábado é a rosa da semana; sábado de tarde a casa é feita de cortinas ao vento, e alguém despeja um balde de água no terraço: sábado ao vento é a rosa da semana; sábado de manhã, a abelha no quintal, e o vento: uma picada, o rosto inchado, sangue e mel, aguilhão em mim perdido: outras abelhas farejarão e no outro sábado de manhã vou ver se o quintal vai estar cheio de abelhas." (Trecho de crônica de Clarice Lispector,  "Atenção ao sábado"; in "Clarice Lispector - para não esquecer", Editora Siciliano, 1992) Obra de Marc Chagal