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O I-pad e o pai dos inteligentes

Um jeito arretado de aprender novas palavras: escrever no I-pad. Vc digita águas verdinhas do rio São Francisco... E aparece a palavra "verdoengas"... O que significa "verdoengas"? Eu como sempre soube que o dicionário é o pai dos inteligentes, fui lá e descobri: Verdoengo - Dicionário inFormal www.dicionarioinformal.com.br/verdoengo/ Meio maduro. Estado intermediário de maturação de certas frutas que permite sua colheita para consumo posterior. Goiba  verdoenga . Bananas  verdoengas . = = = 

Lendo Juan Rulfo

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Trocar livros, uma estratégia para empréstimos. O amigo me concedeu "Pedro Páramo", de Juan Rulfo, autor que eu desconhecia.  Emprestei a ele "O livro dos abraços", de Eduardo Galeano. Quanto a "Pedro Páramo", pense num livro!  Pena que vou terminar  tão rápido :) E tenho certeza de que o meu amigo está feliz ao se deparar com o tom leve e ao mesmo tempo incisivo de Eduardo Galeano porque o escritor uruguaio sabe tocar nas flores e nas feridas.

!!!!!!! eu gosto de exclamações ??????

Do Arctic Monkeys, "Fluorescent adolescent" http://www.youtube.com/watch?v=9FLbQaUM8Uw

Face

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Face, desenhado com hidrocor por Tom Azevedo

Desenho de Tom Azevedo

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Obra do arquiteto e artista plástico Tom Azevedo Não me pergunte a razão, mas esse desenho me leva a pensar na escritora Clarice Lispector. Originalmente, o desenho foi feito com pastel óleo sobre papel. Tom digitalizou e trabalhou a obra no programa "Corel Draw". = = =

Pense num filme...

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Cena de Cine Holliúdi, dirigido por Halder Gomes Meninos e meninas, eu vi! Por isso, posso dizer que o filme Cine Holliúdi é uma gostosa surpresa.  Na sessão das 21h20 de ontem (2) em Petrolina, cinema lotado! Isso mesmo, ficou uma ruma de gente sem entrar porque, pasmem, faltou ingresso... Um aviso: prepare-se para rir "demaisDaConta"... Clica aqui pra ver o "trailer"

Nietzsche, uma canção

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Ler Friedrich Nietzsche é como escutar música. Navego por entre as notas que me levam a labirintos azuis, vermelhos, cinzas e amarelos. Vida: a abundância e a escassez. O cheio e o vazio. O belo e o feio. Das aquisições literárias das férias de julho... ele, Friedrich Whilhelm Nietzsche: Aforismo número 45, intitulado "Em que nos tornamos artistas": "Quem faz de alguém seu ídolo, procura justificar-se ante si mesmo, elevando-o em ideal; nisso torna-se um artista, para ter boa consciência. Se sofre, não sofre por não saber , mas por enganar a si mesmo, como se não soubesse. - A miséria e delícia interior de uma tal pessoa - isso inclui todos os que amam apaixonadamente - não pode ser esvaziada com baldes comuns." (In "100 aforismos sobre o amor e a morte", Friedrich Nietzsche, Penguin & Companhia das Letras, 1a. ed., São Paulo, 2012; tradução, seleção e notas de Paulo César de Souza) --- Aforismo número 45, página 30, extraíd...