quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Petrolina chuvosa!!!!!!!!!!!!!!!!!

                                                                                        Nádia Gonzaga
Foto tirada às 7h35 do dia 28 de novembro de 2013, Praça Nossa Senhora Auxiliadora


quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Livro "Invertidos", de Clarissa Loureiro, vai ser relançado em Petrolina

Público se enfileira para receber o autógrafo da autora Clarissa Loureiro

Fila para autografar livro em Petrolina? Pois sim! Isso ocorreu no lançamento do surpreendente “Invertidos”, de Clarissa Loureiro. Já li hoje de manhã quatro dos dez contos e estou maravilhada.

Tive que parar porque o que é bom tem que durar. Eu decidi prolongar esse prazer e a partir de amanhã, vou saborear um por dia para não abreviar a sensação de ler textos tão delicadamente construídos.  

Clarissa tem uma escrita ágil e leve ao tratar de personagens femininos circundando o universo masculino e vice-versa.

Na próxima-sexta (22), vale a pena ser vivido de novo o lançamento quando a autora vai apresentar contos e poemas de jovens escritores que são alunos da UPE Petrolina.

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O quê: lançamento do livro de contos “Invertidos”
Autora: Clarissa Loureiro
Quando: sexta-feira (22 de novembro), às 19h30
Onde: Auditório da UPE Petrolina
Exemplar: R$ 15,00 (quinze reais)


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terça-feira, 19 de novembro de 2013


UPE Petrolina promove Colóquio de Língua e Literatura até sexta (22)

                                                                                                                                                          Foto: Nádia Gonzaga
A pesquisadora Lívia Suassuna (centro) durante abertura do I COLL
“A gente se constrói pelas palavras dos outros”, afirmou a pesquisadora na área de Educação, Lívia Suassuna, na palestra de abertura do I Colóquio de Língua e Literatura no auditório da Universidade de Pernambuco, em Petrolina.

Eis a programação do encontro nesta terça-feira (19):

15h30: Análise do discurso e Análise crítica do discurso: teoria, objetos e interfaces
16h40: Lançamento de livros
19h30: Encantos e gostosuras da literatura infantil: um passeio pelos bosques da imaginação
20h40: Lançamento de livros 

domingo, 17 de novembro de 2013

Haikai bobinho

Não sei
E esse não sei
Traz perigos, eu sei.

sábado, 16 de novembro de 2013

Chico Science!





"A cidade não pára, a cidade só cresce
O de cima sobe e o debaixo desce."

Trecho de "A cidade" (Chico Science e Nação Zumbi)

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Música do dia: Gorillaz



Up on melancholy hill
There's a plastic tree
Are you here with me
Just looking on the day
Of another dream

Well you can't get what you want
But you can get me
So let's set up and see
'Cause you are my medicine
When you're close to me
When you're close to me

The cold wind will flap their wings?
And the world will go
Does anybody know
If we're looking out on the day
Of another dream

If you can't get what you want
Then you come with me

Up on melancholy hill
A manatee?
Just looking out on the day
When you're close to me
When you're close to me

When you're close to me


quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Todos os caminhos levam a Camus

No Estadão de hoje, a coluna de Luis Fernando  Verissimo: “Camus ou Cami”.

Como todos os caminhos me levam a Camus, trago dele uma ausência: emprestei “O primeiro homem” para uma colega quando trabalhava na Folha de S.Paulo, Neuza; ela era a diagramadora (hoje não existem) mais da Ilustrada, caderno da FSP. Grande Neuza! Saudades suas!
Enfim, o livro nunca me foi devolvido, mas eu já a perdoei – livros  são para ser passados de mãos em mãos mesmo. Mas a lembrança da ausência fica. Era esta a capa:



Enfim mais uma vez, por Verissimo nos brindar com o texto sobre Camus, o que me fez ir até a estante e catar o que tenho de Albert:



Reabri rapidamente “A morte feliz” (“La mort heureuse)  e transcrevo aqui um trecho que me tocou dito por Mersaut a Catherine:

-  O erro, minha pequena Catherine,é acreditar que é preciso escolher, que é preciso fazer aquilo que se quer, e que, para ser feliz, existem condições.A única coisa que conta, sabe, é a vontade de felicidade, uma espécie de felicidade, uma espécie de enorme consciência, sempre presente. O resto, mulheres, obras de arte ou sucesso mundanos, são apenas pretextos. É uma tela em branco que aguarda nossos bordados.

(In “A morte feliz”, Albert Camus, página 110, Editora Record, 3ª edição, RJ, 1993.)
= = = 


domingo, 3 de novembro de 2013

sábado, 2 de novembro de 2013

"Aquele cara morreu com vinte anos de alma"

Nesse Dia dos Mortos, Clarice Lispector:

- "Amanhã faço anos. Vou aproveitar bem este meu último dia de nove anos.
Pausa, tristeza:
- Mamãe, minha alma não tem dez anos.
- Quanto tem?
- Só uns oito.
- Não faz mal, é assim mesmo.
- Mas eu acho que se devia contar os anos pela alma. A gente dizia: aquele cara morreu com vinte anos de alma. E o cara tinha morrido mas era com setenta anos de corpo.

(Clarice Lispector em "Para não esquecer"; crônica "Feliz aniversário")