domingo, 28 de agosto de 2011



Quero me alimentar de amor. 
Mais que um desejo, uma necessidade. 
Gota a gota, meu oceano. 
Pétala a pétala, meu jardim.

domingo, 21 de agosto de 2011

Tá na lista


Nessa caixinha, tem as seguintes preciosidades de Almodóvar:

Volver
Tudo sobre minha mãe
Fale com ela
Má educação
Carne trêmula

                                                                                                          Divulgação


Super 8, em cartaz nos cinemas, inclusive no de Petrolina... Viva!

Entrei no cinema "no escuro" em relação à produção assinada por Steven Spielberg. No começo, eu achei que o filme era ruim, sei lá, puxado para um terror trash. Mas que nada. O diretor e roteirista J.J. Abrams arrasou.

Ambientado, creio, nos anos 80, o enredo passa de chato para um suspense e depois para uma comédia.


Sabe aquelas piadinhas americanas bem previsíveis... As de Super 8 são boas demais, vêm na medida certa.

Eu quase morro de rir quando o soldado tenta abater ------ que eu não vou dizer e ele pergunta: _ Coronel, o senhor quer que eu atire em algum lugar específico e "pei"- ele é devorado por ------.

---------- E eu vou assistir de novo!

                                                                                                        Divulgação









domingo, 14 de agosto de 2011




Eu ri à beça depois de ler a crônica de Eduardo Galeano, que transcrevo abaixo e passo o link para quem quiser adquirir o livro de onde retirei essa pérola do escritor uruguaio que tanto gosto.

Eu, mutilado capilar

Os barbeiros me humilham cobrando meia tarifa. Faz uns vinte anos que o espelho delatou os primeiros clarões debaixo da melena frondosa. Hoje o luminoso reflexo de minha calva em vitrines e janelas e janelinhas me provoca estremecimento de horror.
Cada fio de cabelo que perco, cada um dos últimos cabelos, é um companheiro que tomba, e que antes de tombar teve nome ou pelo menos número.
A frase de um amigo piedoso me consola:
- Se o cabelo fosse importante, estaria dentro e não fora.
Também me consolo comprovando que em todos esses anos caíram muitos de meus cabelos mas nenhuma de minhas idéias, o que acaba sendo uma alegria quando a gente pensa em todos esses arrependidos que andam por aí.      
      
(Eduardo Galeano em “O livro dos abraços”, p. 220, L&PM Pocket, vol. 465, 2ª. Edição, 2005)