sábado, 27 de fevereiro de 2010

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Para ouvir

Um som para curtir dor-de-cotovelo - parte I

Cake: I will survive

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Juntei Jesus Cristo, Aldoux Huxley, Batman e Papai Noel

O Gazzeta do São Francisco publicou no finalzinho do ano passado artigo meu intitulado Papai Noel, Aldous Huxley, Batman e Jesus Cristo. Foram tais as palavras que cometi:


O Papai Noel vai se tornar sinônimo do Natal? Parece ser essa a direção que tomamos: eu consumo, logo existo. Qual é a principal bússola da humanidade na primeira década do século 21? Cada vez mais, ouvimos as frases: preciso trocar o celular, comprar um novo relógio, o meu computador já está velho.

Em busca do prazer e da ausência total da dor, a sociedade que o escritor Aldous Huxley inventou no livro Admirável mundo novo teve que extinguir as emoções. O sexo foi abolido e a reprodução é feita apenas em laboratório. Escrito em 1932, o universo do inglês é de arrepiar: mostra uma sociedade `perfeita´ em que todos os membros possuem seu lugar e se satisfazem com as funções que ocupam na comunidade.

Agora, vejamos: o filme Batman, o cavaleiro das trevas em que o Coringa foi vivido pelo ator Heath Ledger. Começamos a assistir e esperamos encontrar ação, só que nos deparamos com um ensaio filosófico. Pasme: o vilão faz uma montanha de dinheiro e... toca fogo! Ele explica que o dinheiro não o interessa, que aquele pedaço de papel move o mundo mas ele não tá nem aí pra isso. Ciente da “força da grana que ergue e destrói coisas belas”, como diria o poeta Caetano Veloso. O vilão nos esbofeteia, a humanidade evoluiu tanto para chegar ao ponto de valorizar tão somente o papel-moeda? Um extraterrestre definiria assim o nosso planeta: na Terra, mata-se e nasce-se por dinheiro.

E onde é que Jesus Cristo entra nesse artigo? Ele aparece para lembrar que o amor é mais importante que qualquer outra coisa. O amor é um bem durável, infinito e quanto mais se usa, mais ele se expande. Multiplica-se em ondas, gera alegria e paz. Feliz 2010!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Explorando o baú da minha memória - parte I

Cocteau Twins: Heaven or las vegas

--------------------------------   Cocteau Twins, eu ouvia quando morava em Olinda (1989 a 1995). Serginho Samiko que me apresentou, me deu uma fita cassete - sim, era um tempo em que não havia aparelhos de cd...
e pasmem, descobri Depeche Mode numa locadora e ouvíamos na casa de um amigo afortunado que tinha um aparelho importado.
Isso mesmo, existia locadora de cd!
meninos e meninas, eu vivi!

Depeche: Enjoy the silence

sábado, 20 de fevereiro de 2010

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010



A paz pretende acampar
Passarinhos amarelos e um talvez seja azul
Zing zing zing
Só escrever
Só escrever
Isso me pode salvar.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Recife-São Paulo e as trilhas do meu cinema



Ando faminta por cinema. Do que mais sinto falta é de respirar películas quando morei em Olinda/ Recife e São Paulo. Tateei sozinha quando comecei a fazer Jornalismo na Federal de Pernambuco. Eu não tinha ninguém pra me guiar. Ou melhor, tinha: lia muito a Folha de São Paulo quando chegava uma hora antes das aulas e o ônibus me deixava na frente da Biblioteca Central da UFPE.

Os colegas da faculdade também me ajudavam: Alessandro Soares, Udo Simons, Luiz de França, Patrycia Monteiro, Erilene Araújo, Fábio Victor. E aí, consumi muita coisa gostosa no Teatro do Parque, no Cine Ribeira do Cenro de Convenções de Olinda - assisti a Leolo lá. E também nas sessões do Cine da Fundarpe, na praça do Derby.

Há muito o que fuçar na minha memória de 1989 a agosto de 1995, quando deixei Recife e fui para São Paulo com o meu amor.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Um filme, um perfume, uma risada, uma canção... tem coisas que fazem a vida valer a pena.


Um amor, uma filha, um filho... tem gente que faz a vida brilhar i-n-f-i-n-i-t-a-m-e-n-t-e.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Chagall


É uma festa, alegria de viver, o sonho,  a vontade de voar. É nisso que penso quando vejo as obras de Chagall.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Sob a chuva

O que tenho a escrever sobre a chuva q te sufocou hoje à noite? Tu fica tão linda, Petrolina.

M-o-l-h-a-d-a, m-o-l-h-a-d-a, a água lhe cai bem.

Tua sequidão às vezes me incomoda. Sol demais, sol demais.

Uma trégua para o quente, uma trégua para o seco.